Teste de autoestima (Escala de Rosenberg)
As 10 afirmações da escala de autoestima mais usada em pesquisa no mundo. Responda pensando em como você se sente em geral.
10 perguntas · 2 min · grátis · sem cadastro
Pergunta 1 de 10
O quanto você concorda com esta afirmação?
Eu sinto que sou uma pessoa de valor, no mínimo tanto quanto as outras pessoas
Sobre este teste
A Escala de Autoestima de Rosenberg foi criada pelo sociólogo Morris Rosenberg em 1965 e continua sendo o instrumento mais usado no mundo para medir autoestima. São dez afirmações, cinco positivas e cinco negativas, sobre como você se avalia de forma geral.
Ela mede autoestima global: o quanto você se considera uma pessoa de valor. Não mede competência em áreas específicas, nem confiança momentânea. As afirmações aqui seguem a adaptação brasileira da escala.
Como interpretar o resultado
Cada afirmação vale de 1 a 4 pontos, e as cinco negativas são pontuadas ao contrário. A soma vai de 10 a 40: quanto maior, mais alta a autoestima.
Rosenberg não definiu pontos de corte clínicos. As faixas mais usadas como referência são: até 25, autoestima baixa; de 26 a 29, média; de 30 a 40, alta. Use o resultado como ponto de partida para se observar, não como rótulo.
Autoestima baixa não é o mesmo que depressão
As duas coisas andam juntas com frequência, mas são diferentes. Autoestima baixa é uma avaliação negativa e duradoura de si mesmo. Depressão envolve também perda de interesse, cansaço, alterações de sono e apetite. Se a sensação de não ter valor vem acompanhada desses sintomas, vale fazer também o teste de depressão (PHQ-9) e conversar com um profissional.
Dá para aumentar a autoestima?
Sim, embora não do jeito que as frases de espelho prometem. O que a pesquisa mostra é que a autoestima sobe quando a pessoa age de acordo com o que valoriza, cumpre o que promete a si mesma e aprende a se tratar com a mesma justiça que usa com os outros. A autocompaixão costuma ser um caminho mais estável do que a busca por se sentir especial.
O que significa cada faixa
Autoestima baixa10 a 25 pontos
Sua pontuação fica na faixa mais baixa da escala. Isso costuma aparecer como dificuldade de reconhecer qualidades próprias, sensação frequente de não ser suficiente e uma voz interna crítica demais. Autoestima baixa não é um defeito de fábrica: é uma forma aprendida de se avaliar, e formas aprendidas mudam.
Autoestima média26 a 29 pontos
Sua pontuação fica na faixa intermediária. Você reconhece qualidades em si, mas a avaliação que faz de você oscila com os resultados, com a opinião dos outros ou com o humor do dia. É a faixa mais comum, e a que mais se beneficia de tornar o autorrespeito menos dependente de desempenho.
Autoestima alta30 a 40 pontos
Sua pontuação fica na faixa alta da escala, considerada a faixa saudável. Em geral você se vê como alguém de valor, reconhece qualidades e consegue errar sem se desmontar. Autoestima alta nesse sentido não é se achar melhor que os outros: é se achar suficiente.
Escala de Autoestima de Rosenberg (1965), adaptação brasileira de Hutz e Zanon (2011). A escala original não define pontos de corte clínicos; as faixas abaixo são referências de uso comum.
Perguntas frequentes
- O que é a Escala de Rosenberg?
- É um questionário de dez afirmações criado por Morris Rosenberg em 1965 para medir a autoestima global. É o instrumento de autoestima mais usado em pesquisa e foi adaptado e validado no Brasil.
- Qual pontuação indica autoestima baixa?
- Na pontuação de 10 a 40, valores até 25 costumam ser interpretados como autoestima baixa, de 26 a 29 como média e de 30 a 40 como alta. A escala original não tem ponto de corte clínico oficial.
- Autoestima baixa tem tratamento?
- Tem. A psicoterapia, em especial a terapia cognitivo-comportamental e as abordagens baseadas em compaixão, ajuda a mudar a forma como a pessoa se avalia. Autoestima é um padrão aprendido e pode mudar.
- O teste guarda minhas respostas?
- Não. A pontuação é calculada no seu navegador e não é enviada nem armazenada.
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